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SP quer multar moto que circula entre carros

Agora São Paulo – 24/04/07 S.PAULO Agora – Página A-4

PRFEITURA PEDIU A ÓRGÃO NACIONAL QUE REGULAMENTE A PROIBIÇÃO. PESQUISA MOSTRA QUE, EM 75 MORTES, 52% DOS MOTOQUEIROS ANDAVA ENTRE OS CARROS

Se depender da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) motociclista que trafegar entre as duas filas de carros será multado. A companhia enviou ao Contran (Conselho Nacional de Trânsito) pedido para que normatize a proibição. Caso a resposta seja positiva, será estabelecida uma multa municipal. O diretor de operações da CET, Adauto Martins Filho, comentou o assunto ontem, ao divulgar o aumento de mortes de motociclistas não trânsito da capital: 380 em 2006 contra 345 no ano anterior (acréscimo de 10%). A média diária passou de 0,96 para 1,06.

A CET pesquisou a causa de 75 mortes de motociclistas no ano passado. Em 52%, eles andavam entre os carros. “A multa poderia ser por não guardar espaço entre veículos, direção perigosa e ultrapassagem pela direita. Falta o Contran normatizar”, disse Martins Filho. Pela ordem, valores seriam de R$ 127,69, R$ 85,13 e R$ 53,20.

“Enviamos ao Contran um pedido de punição para essa conduta no ano passado”, disse Martins Filho. “Tem de normatizar como infração para o município autuar.”O Contran ainda não respondeu.

O presidente da Federação dos Motoclubes, Reinaldo de Carvalho Bueno, criticou a intervenção. “A CET não tem especialista em moto. Esse é o problema. Por maior que seja a boa vontade, agem no ponto errado”, disse. Para Bueno, outras faixas poderiam ser criadas, e os corredores de ônibus, liberados para motos fora do horário de rush.

“Temos leis demais, faltam ações". A intenção da companhia também não agradou o sindicato dos motociclistas de São Paulo. “Quero ver como a CET fará a fluidez do trânsito se moto só circular na faixa dos demais veículos”, afirmou Aldemir Martins, presidente da entidade.

A Secretaria de Saúde também apresentou dados de mortes no trânsito, de pessoas que chegam a ser socorridas e morrem em ambulâncias ou hospitais. As mortes caíram de 1.584, em 2005, para 1.520 no ano passado. Só subiram os de motociclistas (de 176 para 210) e ciclistas (de 39 para 52).

(Cinthia Rodrigues e FSP)



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